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Usina Hidrelétrica de Itaipu: uma das maiores obras de construção civil do mundo

A Usina Hidrelétrica de Itaipu é um marco da construção civil no Brasil, em números incríveis, mas também em eficiência. A barragem da Itaipu tem 7.919 metros de extensão e altura máxima de 196 metros, o equivalente a um prédio de 65 andares. Ela consumiu 12,3 milhões de metros cúbicos de concreto, enquanto o ferro e o aço utilizados permitiriam a construção de 380 Torres Eiffel, dimensões que transformaram a usina em referência nos estudos de concreto e na segurança de barragens. 

A barragem é a estrutura (concreto, enrocamento e terra) que serve para represar a água e obter o desnível de 120 m (queda bruta nominal) que permite a operação das turbinas. Na parte superior da barragem principal, estão situadas as tomadas de água, estruturas com comportas que permitem que a água, passando por elas e pelos condutos forçados, alcance a caixa espiral, onde faz a turbina girar. 

Mas vamos contar essa história a partir do início. Em 1970, o consórcio formado pelas empresas PNC e ELC Electroconsult (da Itália) venceu a concorrência internacional para a realização dos estudos de viabilidade e para a elaboração do projeto da obra. O início do trabalho aconteceu em fevereiro de 1971. Em 26 de abril de 1973, Brasil e Paraguai assinaram o Tratado    de    Itaipu, instrumento legal para o aproveitamento hidrelétrico do Rio    Paraná pelos dois países. Em 17 de maio de 1974, foi criada a entidade Itaipu Binacional, para gerenciar a construção da usina. O início efetivo das obras ocorreu em janeiro de 1975. Um consórcio de construtoras, liderado pela Andrade   Gutierrez, executou o projeto. 

A construção de uma obra desse porte, com milhares de trabalhadores envolvidos, exigiu a criação de uma infraestrutura local para atender essas pessoas. Entre 1975 e 1978, mais de 9 mil casas e um hospital foram construídos nas margens do rio Paraná para abrigar os trabalhadores que construíam a usina. Na época da construção, Foz do Iguaçu era uma cidade com apenas duas ruas asfaltadas e cerca de 20 mil habitantes. Em dez anos, a população aumentou para 101 447 pessoas. 

A obra reuniu cerca de 40 mil trabalhadores. Foram usadas mais de 50 milhões de toneladas de terra e rocha, que foram escavadas para ser feito o deslocamento do curso do rio Paraná, o sétimo maior do mundo. A quantidade de concreto usado para construir a usina seria suficiente para erguer 210 estádios do tamanho do Maracanã, sendo que a quantidade total de ferro e o aço utilizado no empreendimento poderia ser usada para construir 380 Torres    Eiffel. O volume de escavação de terra e rocha em Itaipu é 8,5 vezes maior que o do Eurotúnel e o volume de concreto é 15 vezes maior. Uma curiosidade: na concretagem, num único dia, foram lançados na obra 7.207 metros cúbicos de concreto, o suficiente para um prédio de dez andares por hora. Ou 24 edifícios nesse único dia.

Muitas inovações tecnológicas foram realizadas nesta obra. Um exemplo: parte da escavação encomendada para a construção da hidrelétrica estava prevista pelos clientes como obra submersa, mas a Andrade Gutierrez desenvolveu técnicas capazes de desviar as águas do rio, com o auxílio de barragens, e deixá-lo a seco, para concretagem a céu aberto. Esta solução reduziu em 1/5 o custo da obra de abertura do canal em Itaipu.

A Usina Hidrelétrica de Itaipu é uma obra binacional, entre o Brasil e o Paraguai, construída no Rio Paraná, bem na fronteira entre os dois países. Ela foi construída entre 1975 e 1982. O nome “Itaipu” foi tirado de uma ilha que existia perto do local de construção. No momento da sua conclusão, era a maior barragem do mundo – e assim se manteve por 21 anos, até a construção da Hidrelétrica das Três Gargantas, na China, em 2003. Hoje, a Usina Hidrelétrica de Itaipu fornece 19,3% da energia consumida no Brasil e abastece 91% do consumo paraguaio.

A Itaipu Binacional, empresa que opera a usina, é a líder mundial em produção de energia limpa e renovável, tendo produzido mais de 2,5 bilhões de megawatts-hora (MWh) desde o início de sua operação. Três Gargantas produziu cerca de 800 milhões de MWh desde o início de sua operação, com uma potência instalada 60% maior do que a de Itaipu (22,5 mil MW contra 14 mil MW). 

Em termos de recorde anual de produção de energia, a usina de Itaipu ocupa o primeiro lugar ao superar seu próprio recorde, que era de 98,6 milhões de MWh. Em 2016, a usina de Itaipu Binacional realizou um feito histórico ao produzir, em um único ano calendário, mais de 100 milhões de MWh de energia limpa e renovável. No total, foram produzidos 103.098.366 MWh de energia. 

O conjunto da obra conta com um lindo lago, com área de 1.350 km2, de Foz    do Iguaçu, no Brasil e Ciudad del Este, no Paraguai, até Guaíra e Salto del    Guairá, 150 quilômetros ao norte. Possuindo 20 unidades geradoras de 700 MW cada e projeto hidráulico de 118 m, Itaipu tem uma potência de geração (capacidade) de 14 mil MW. A Usina fazia parte da lista oficial de candidatas para as Sete Maravilhas do  Mundo Moderno, elaborada em 1995 pela revista Popular Mechanics, dos Estados Unidos, mas não ganhou o título. Mesmo assim, a Sociedade Americana de Engenharia Civil saudou a obra como uma das sete mais relevantes do século 20 e pôs a usina de Itaipu ao lado de cartões-postais como o Empire State, em Nova York, a Golden Gate, em São Francisco, o Canal do Panamá e o Eurotúnel.

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